Conteúdo do curso
Apresentação do Curso
Boas-vindas da Supervisão Sejam muito bem-vindos a mais um ciclo formativo na Clínica CBM. Este curso foi pensado com muito cuidado e carinho, especialmente para vocês, estagiários que já fazem parte do nosso time. Junho é um mês simbólico: - para o marketing, é tempo de vendas; - para a psicologia, é tempo de escuta. Muitas pessoas nos procuram nesse período enfrentando dores que envolvem amor, término, solidão, dependência afetiva e reencontros consigo mesmas. Nosso papel, como futuros profissionais da saúde mental, é saber acolher essas dores com empatia, sem julgamento — e também saber comunicá-las com sensibilidade, nas redes sociais e na vida. Aqui, vocês terão acesso a conteúdos profundos, mas práticos. Cada semana traz textos terapêuticos, carrosséis com mensagens prontas e roteiros de Reels para facilitar a criação. Usem esse material como guia, mas também como oportunidade de autoconhecimento. Lembrem-se: antes de cuidar do outro, a gente se escuta. Boa jornada! Com carinho, Iracema Bernardo & Newley Motta Supervisão Clínica CBM
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MÓDULO 1 – Entender a dor é o primeiro passo
Quando falamos em fim de relacionamento, falamos de perda. E toda perda, mesmo que voluntária ou aparentemente "resolvida", carrega uma carga emocional que precisa ser acolhida. Muitos pacientes chegam à clínica dizendo que “era o melhor a se fazer”, mas ainda assim sofrem — e esse sofrimento não invalida a decisão. Pelo contrário: ele confirma que houve afeto, vínculo e história. Entender a dor é o primeiro passo. Antes de oferecer caminhos, o terapeuta precisa escutar, conter e validar. Porque o que está em jogo ali não é só o término, mas tudo o que ele representa: rejeição, medo da solidão, dúvidas sobre o próprio valor, ou até mesmo o luto por um futuro que não vai mais existir.
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MÓDULO 2 – Dependência emocional e relações difíceis
Relacionamentos difíceis nem sempre são marcados por violência explícita ou conflitos intensos. Muitas vezes, o que aprisiona uma pessoa é o vínculo invisível — aquele apego silencioso, disfarçado de cuidado, de rotina ou até de “amor verdadeiro”. Na dependência emocional, o medo da perda é tão grande que a pessoa se anula para manter o outro por perto. Ela confunde presença com segurança, e cede constantemente, mesmo quando isso custa seu bem-estar.
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MÓDULO 9 –
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Complemento didático do curso institucional para estagiárias da Clínica Bernardo Motta
📘 DICIONÁRIO TÉCNICO E INSTRUTIVO + CID Complemento didático do curso institucional para estagiárias da Clínica Bernardo Motta Este dicionário foi construído com duas finalidades principais: Traduzir termos técnicos e expressões clínicas citadas ao longo dos 12 módulos, facilitando a compreensão, a comunicação e a criação ética de conteúdo psicológico; Associar códigos da Classificação Internacional de Doenças (CID-11 e CID-10) aos temas e subtemas abordados, sempre que houver respaldo clínico ou relação diagnóstica possível.
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MÓDULO BÔNUS – DIRETRIZES DE MARKETING PELA VISÃO DO CFP
Tema complementar obrigatório para a formação ética de estagiárias e equipes de comunicação clínica.
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Prova de Avaliação de Absorção do Conteúdo
Avaliação de Absorção do Conteúdo
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Marketing Ético em Psicologia: Abordagens à Casais e suas demandas
Sobre a Aula

Os sinais mais perigosos são os que não parecem perigosos.

Ciúmes disfarçados de zelo. Controle travestido de preocupação. Uma constante sensação de dívida afetiva. Tudo isso pode estar presente em pacientes que ainda não conseguem nomear o próprio sofrimento.

Como terapeutas em formação, é essencial aprender a identificar esses sinais sutis de apego — pois é neles que muitas histórias de dor emocional se escondem.

 

🎓 Contexto clínico

  • Pacientes podem relatar desconfortos ou angústias nas relações, mas com dificuldade de identificar abusos ou padrões de submissão.

  • Relatos comuns: “não consigo terminar”, “ele é assim porque me ama muito”, “tenho medo de ficar sozinha”.

  • Muitas vezes, o relacionamento é mantido por hábito, medo, culpa ou baixa autoestima — não por afeto genuíno.

  • É comum haver idealizações ou justificativas constantes do comportamento do parceiro.

🎯 Diretrizes técnicas e empáticas

  • Trabalhar com escuta sem confrontação direta: o vínculo ainda é importante para o paciente.

  • Nomear, com delicadeza, os sinais que demonstram desequilíbrio emocional ou afetivo.

  • Estimular o fortalecimento da identidade do paciente fora da relação (o “quem sou eu além do outro”).

  • Usar perguntas exploratórias: “Como você se sente quando está longe dele(a)?”, “O que você perde quando cede sempre?”.

  • Validar o conflito interno: desejar ficar e desejar sair podem coexistir — e isso não é fraqueza, é humano.

Entrega dos conteúdos prontos de exemplo para Os estagiários, baseados no Módulo 2

Formato: Reels + Carrossel para cada uma das 5 subdivisões

✅ SUBDIVISÃO 2.1 – Sinais sutis de apego

Frase: “Amar é bom. Precisar desesperadamente não é amor — é medo.”

Texto:

Às vezes, o que chamamos de amor é só medo disfarçado: medo de ficar só, de não ser
suficiente, de nunca mais ser amado. Amar é liberdade. Apegar-se por desespero é prisão.
Reflita: você ama ou precisa de alguém para não encarar o vazio?


📲 Carrossel:


1. Slide: “É amor ou apego?”
○ Imagem: Mãos agarrando com força
2. Slide: “Amar é liberdade”
○ Imagem: Pássaro voando
3. Slide: “Apego é medo disfarçado”
○ Imagem: Pessoa encolhida com olhar aflito
4. Slide: “Você está com alguém por medo de estar só?”
○ Imagem: Silhueta solitária
5. Slide: “Você merece amar sem se anular”
○ Imagem: Reflexo forte no espelho


🎞 Roteiro de Reel:


● Cena 1: Pessoa ansiosa olhando o celular
● Cena 2: Mensagem que não chega, batimentos acelerados
● Cena 3: Frase: “Precisar não é amar. É medo.”
● Cena 4: Respiração profunda e sorriso de autoconfiança
● Legenda: “Amar é leve. Apego é peso. #AmorReal #DependenciaEmocional”