Porque para muita gente, o Dia dos Namorados Não é carinho e troca de afeto. Não é receber flores e bombons. Não é ter alguém parceiro(a) para conversar.
Tem gente que ama e não é correspondido.
Tem quem nunca viveu um amor, e quem viveu demais e se machucou.
Tem gente em crise, gente em luto pelo fim.
Tem quem sonha com um recomeço — e quem ainda não superou o que passou.
E nós, como profissionais da psicologia, precisamos reconhecer essas realidades, abrir espaços de escuta e levar conteúdo com responsabilidade emocional para essas pessoas.